terça-feira, 8 de março de 2011
segunda-feira, 7 de março de 2011
quinta-feira, 3 de março de 2011
Ecolivro do mês de Março
TÍTULO: Contos da biodiversidade
AUTORES: Alexandrina Pipa (contos), Gabriel Lagarto (ilustrações) e Margarida Costa (notas)
EDITORA: Quercus ANCN
RESUMO:
Dando voz à diversidade de espécies que existem no nosso país e mesmo no mundo, pretende-se que através de cada um destes contos nos possamos colocar, ainda que apenas por alguns instantes, no lugar do outro, ou seja, das espécies que sofrem com os nossos comportamentos diários. Desta forma didáctica esperamos que seja mais simples que todos percebamos que a nossa vida está intimamente ligada à biodiversidade e que, quando a ameaçamos, é a nossa sobrevivência enquanto espécie que está em perigo.
Procura o livro na Biblioteca Manuel Alegre e consulta-o - COTA: 82-93 PIP (Literatura Infantil e Juvenil).
Conhece melhor a natureza e
a biodiversidade!
sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011
A leitura é o teu "red bull"... Dá-te asas!
Com base nesta máxima do autor, a equipa da Biblioteca tem vindo a divulgar um conjunto de títulos apelativos recomendados pelo PNL e outros de vários autores portugueses e estrangeiros.
Estas iniciativas pretendem incutir nos alunos a leitura de forma autónoma e construtiva e a descoberta das suas preferências literárias.
A equipa e os professores colaboradores congratulam-se pela qualidade dos trabalhos já realizados pelos alunos e divulgados em diferentes espaços escolares.
quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011
Apresentação do livro "O esquilo que amava as palavras e outras histórias"
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
Um Mundo de Espelhos- Miguel Lucas 10ºA
A última coisa de que me lembro é de cair no escuro interminável. Não sei onde estou agora, vejo uma multidão de pessoas, paradas, a olhar para mim, e arrepio-me. Tento fugir, mas todas aquelas pessoas me seguem como meras sombras.
Paro e sento-me, e toda aquela multidão faz o mesmo que eu. Parar e observar, foi o que decidi fazer; observar é sempre bom porque ajuda a ponderar o modo de agir.
Apercebi-me então, que os estranhos vultos eram iguais a mim. A expressão dos meus clones era monótona, o medo e o desconforto predominavam nos seus rostos. Estaria eu assim? Se estava! Tremia tanto que nem sentia os dedos.
Subitamente, soltei uma gargalhada, e todos os “eu” se riram comigo. Como seria aquilo possível? Fez-se luz, eu estava numa sala de espelhos. É fantástico o facto de saber que um espelho revela as minhas emoções.
Deixei de pensar no assunto quando vi um espelho brilhante. Observei-me e não me achei bonito, porém fiquei ainda pois quando olhei para a esquerda. Estavam lá dois espelhos curvos, longe dos outros, que reproduziram imagens anormais do meu corpo: mãos grandes, braços pequenos, enfim… fiquei triste ao ver aquelas imagens.
Descobri então que um espelho também nos causa emoções.
Ao lado dos espelhos irregulares, estava uma pequena porta espelhada, abri-a. Senti-me mais quente e menos tenso… soube-me tão bem o bater da luz do Sol! Tinha saído daquele Mundo de Espelhos e voltara à realidade.
Miguel Lucas 10ºA
