quinta-feira, 7 de abril de 2011

"Ninhos da Páscoa" no Átrio da Escola

Os alunos do 5ºano, nas aulas de E.V.T., dentro da unidade de trabalho e conteúdo "Luz/Cor", construíram Ninhos de Páscoa com materiais reciclados, dando asas à sua criatividade e sensibilidade estética. Procuraram retratar a vivacidade da Primavera e dos Símbolos da Páscoa.
Os trabalhos encontram-se expostos num dos átrios da Escola, podendo ser visitados por toda a comunidade.

quarta-feira, 6 de abril de 2011

A criatividade dos nossos alunos: O ser Amor de Diogo Francisco

Mote

Dei-te o Verão para te aquecer

Dediquei-te a Primavera para te alegrar

Ofereci-te o Outono para te agradecer

E assim, apenas sobrou o Inverno para te amar

Voltas

Daria tudo de mim para te ter

Faria os campos aflorar

Essa é a essência do meu ser

E tudo faria, só para não te ver chorar

Um amor antigo fez-te sofrer

Alguém ignorante, não te soube amar

E enquanto o teu amor continuara a crescer

Falsas esperanças te estava a dar.

FRANCISCO, Diogo, 2011. O ser Amor.


segunda-feira, 4 de abril de 2011

Pergunta do Mês de Abril - Resultado de Março

Deixamos aqui a pergunta do Mês de Abril e a resposta do mês de Março, bem como o nome do vencedor.


ECO-LIVRO DO MÊS DE ABRIL


TÍTULO: CONTOS DA DONA TERRA

AUTORES: M.ª Helena Henriques, M.ª José Moreno e A. M. Galopim de Carvalho

EDITORA: Comissão Nacional da UNESCO e Câmara Municipal de

Cascais

RESUMO:

No presente livro apresentam-se os “Contos da Dona Terra”, uma colectânea de dez narrativas destinadas ao público infantil, que incluem apólogos e fábulas, com conteúdos inter-relacionáveis com as dez temáticas do Ano Internacional do Planeta Terra. Esta obra editada também em Braille e Mirandês, visa ajudar a compreender a dinâmica da Terra e apela à necessidade de respeitar o planeta e os seus recursos, como forma de alcançar um futuro mais sustentável.

Narrativas que integram os “Contos da Dona Terra” e respectivas sinopses

Dona Terra: A História do planeta, contada na primeira pessoa, dá conta da sua idade e do seu carácter dinâmico.

A escola de Mohs: Alguns minerais da Terra evocam as propriedades que detêm e que permitem a sua utilização em objectos de uso quotidiano.

Gota de água: Uma gota de água protagoniza várias aventuras que representam as mudanças de estado a que está constantemente sujeita.

As mil e uma espécies: O amor impossível entre dois indivíduos, que resulta do facto de pertencerem a espécies diferentes, com distintos habitats.

Fogo que arde e não se vê: Um vulcão, aparentemente extinto, um dia revolta-se contra a excessiva ocupação humana nas suas vertentes e entra em erupção, lançando o pânico nas redondezas.

Dom Plástico: Peripécias de um banal saco de plástico de supermercado que, por ter nascido em berço de ouro negro, exige tratamento condigno e ambientalmente seguro.

Uma folha de papel, ao ser reutilizada, volta ao bosque em que viveu a árvore.

Diálogos de papel: que lhe deu origem, onde reencontra e dialoga com a sua amiga de infância.

Megaspirina: Um comprimido, entre deambulações numa farmácia e pesquisas na internet, acaba por descobrir que é um descendente sintético do reino vegetal.

O vidro e a areia: Três recipientes de vidro discutem a sua origem remota a partir da fusão do quartzo.

Um papagaio no Galinheiro: Um papagaio aparece num galinheiro e espanta todas as aves ao defender o seu parentesco com os dinossáurios, a partir dos quais todas as aves evoluíram.

Procura o livro na Biblioteca Manuel Alegre e consulta-o - COTA: 82-93 HEN (Literatura Infantil e Juvenil).

sábado, 2 de abril de 2011

2 de Abril - Dia Internacional do Livro Infantil

Desde 1967, na data de aniversário de Hans Christian Anderson, 2 de Abril, que é celebrado o Dia Internacional do Livro Infantil, com o objectivo de promover o gosto pela leitura e evidenciar os livros infantis.
Todos os anos, por esta ocasião, o IBBY - International Board on Books for Young People convida um autor para redigir uma mensagem dirigida a todas as crianças e um ilustrador, para conceber um cartaz. Em Portugal , a Direcção Geral do Livro e das Bibliotecas publicou este cartaz da autoria de Bernardo Carvalho, vencedor da 14.ª edição do Prémio Nacional de Ilustração.
Leia a mensagem deste ano, difundida em Portugal pela APPLIJ - Associação Portuguesa para a Promoção do Livro Infantil e Juvenil.

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Hoje é Dia das Mentiras

O dia 1 de Abril é considerado em vários países do mundo como o Dia das Mentiras ou Dia dos Bobos, e, segundo algumas fontes, o surgimento da data teve origem na França.
Desde o começo do século XVI, o Ano Novo na França era festejado no dia 25 de Março, data que marcava a chegada da primavera (a festa durava uma semana) e terminava no dia 1 de Abril.
Em 1564, o rei francês Carlos IX adoptou o calendário gregoriano e o Ano-Novo passou a ser festejado no primeiro dia de Janeiro.
Alguns franceses não gostaram, resistiram à mudança e continuaram a seguir o calendário antigo, segundo o qual o ano iniciaria em 1 de Abril.
Isso virou motivo de chacota por parte das pessoas que concordaram com a adopção da nova data e passaram a fazer brincadeiras com os radicais, enviando-lhes presentes estranhos, falsas mensagens de “Feliz Ano-Novo” e convites de festas que não existiam.
Tais brincadeiras causaram dúvidas sobre a veracidade da data, confundindo as pessoas, daí o surgimento do dia 1 de Abril como Dia das Mentiras.
Muitas medias propagaram inconscientemente ou deliberadamente peças no Dia das Mentiras. Mesmo agências de notícias sérias consideram o Dia das Mentiras uma brincadeira normal e uma tradição anual.
Aproximadamente duzentos anos mais tarde essas brincadeiras espalharam-se por toda a Inglaterra e, consequentemente, por todo o mundo.
“Mentir nesse dia é uma brincadeira saudável, porém o respeito e o cuidado devem ser lembrados, para que ninguém saia prejudicado, afinal, a honestidade é a base para qualquer relacionamento humano”.